quarta-feira, 31 de março de 2010

Imagem que marca grandes metrópoles no século XXI



Hoje em dia não é difícil comprar um carro, em várias parcelas qualquer pessoa consegue financiar, mas será que nossas cidades comportam tantos veículos que circulam ao mesmo tempo? É realmente uma pergunta a se fazer, carro não é um luxo e sim uma necessidade para transitar por onde? Qual a melhor opção? O conhecido horário de pico já não existe mais, pois a todo o momento temos congestionamentos nas grandes cidades, será que as pessoas escolhem sair todas ao mesmo tempo?

O transito é uma verdadeira competição entre espaços, veículos, carros, motos, farol, pedestres, acidentes... Enfim, não é fácil conviver com esse caos todos os dias, só mesmo paulistanos nascidos e criados nessa cidade consegue dizer que ama esse lugar.

A melhor opção já que não temos por onde correr é se acalmar, ligar o rádio ouvir uma música e seguir à medida que o fluxo do transito for liberado.

Luiz Carlos Soares de Lima RA 1890395

Imagem marcante do século XXI



Foto retirada de: http://www.galizacig.com/actualidade/200211/fbc_lula_a_esperanca_venceu_o_medo.htm

Presidente Lula

Por Jakelane França RA1983601

Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito Presidente do Brasil em 2002. Para muitos brasileiros tornou-se exemplo de superação ao se apossar do cargo em sua quarta candidatura. Desde 1989 lutava pela vitória. Lula foi reeleito em 2006 e cumpre seu segundo mandato.

Lula, de origem humilde e ex-operário sindicalista, conquistou para o Brasil a confiança e respeito de presidentes de outras nações. Participou ativamente e de forma positiva de eventos políticos no exterior.

Seu governo é conhecido pela estabilidade econômica e pelos programas voltados às pessoas de baixa renda. Foi o candidato eleito em grande maioria pelo “povão”.

Este ano sua história foi contada no Cinema com o filme “Lula o filho do Brasil”, dirigido pelo cineasta Fábio Barreto. O filme foi baseado no livro “Homônimo” da jornalista Denise Paraná.

Sociedade de espetáculo ou midiatizada

Por Jakelane França – RA1983601

O Planeta Terra encontra-se cada dia menor e as pessoas nele cada vez mais interligadas, ou seja, no mundo não há mais fronteiras. Vive-se hoje o que é conhecido como era digital, em que tudo é permitido graças à globalização e às tecnologias, que surpreendem com frequentes inovações.

Nas redes de internet basta um clique para que tudo e todos estejam ao alcance. E isso favorece o conhecimento de mundo tal qual se vê hoje, em que todos se informam e também contribuem com informações para a mídia. Além disso, a internet e os demais meios de comunicação abrem espaço para que as pessoas participem e saibam cada vez mais das vidas das outras.

Vivemos então a Sociedade de Espetáculo?

Parte da mídia a espetacularização nas vidas de artistas, personalidades ou até mesmo de criminosos. E nesse ponto cabe o questionamento sobre o papel da comunicação na sociedade.

Visto que os comunicadores são os formadores de opinião, vale refletir até onde realmente são formadores de opinião e depois de onde começam a ser manipuladores. Porque o que se observa é que a mídia parece montar o palco e depois contar a história com início, meio e fim. E com os argumentos e imagens utilizados conseguem fazer com que pessoas pensem de determinado jeito e até tomem partido.

E os indivíduos espetacularizam suas próprias vidas em sites de relacionamento ao compartilharem com a rede suas imagens e suas rotinas diárias. Enfim, as pessoas tornam-se produtos, assumem personagens e vendem imagens que nem sempre os mostram como realmente são, mas como gostariam de ser. Mas não é só isso, permitem que a mídia faça de suas vidas espetáculos ao mostrarem suas imagens e histórias dramáticas. Ou até mesmo quando vão mostrar algo feliz.

Para o sociólogo Mc Luhan, a fotografia transformou pessoas em ídolos. Isso explica o porquê de antes personalidades do próprio país ou de outros serem desconhecidas e, hoje de todo mundo conhecer quem é Barack Obama, por exemplo.

Imagem Marcante do Século XXI

Uma nova era para a Física

Esse é o gigantesco e bilionário acelerador/colisor de partículas, trata-se do maior e mais caro experimento científico construído no mundo.
Ontem, 30/03/2010, ele finalmente conseguiu produzir um choque de prótons a uma energia recorde, em outras palavras foi a reprodução do Big Bang, a grande explosão que teria dado origem ao Universo. Esse feito vai ajudar a Humanidade a conhecer a origem do Universo e da materia, abrindo novas fronteiras á Física.

Por Vannessa Turkiewicz

segunda-feira, 29 de março de 2010

Imagem marcante do século XXI


Bolt, o homem que sabe voar!

Os jogos olímpicos de Pequim foram surreais para o mundo pós-moderno. Ele encantou da festa de abertura ao encerramento e mostrou ao mundo pelo menos por alguns dias que a China é um país unido e vibrante.

Para mim Usain Bolt se transformou no esportista deste século, pois além de extrema velocidade ( impossível para o ser humano até então) possui um carisma e uma simplicidade dos grandes campeões, é exemplo para sua geração. Bolt não se importa contra quem vai correr, se é Powell, Gay ou Thompson, se concentra e dedica-se para apenas um objetivo, chegar na frente e cravar records e mais records.

Com Bolt, uma pergunta que no passado seria utopia ganha cada vez mais força:

Será que um homem é capaz de correr 100 metros em menos de 9 segundos?

Record mundial olímpico: 9s69
Record mundial: 9s58

Por Tiago Ferreira
RA: 1685091

domingo, 28 de março de 2010

Imagem do Século XXI



Esse vídeo do site youtube, é um exemplo de manipulação da mídia sobre a massa, de como elas se dispõe a ficarem expostas, e vender suas imagens por dinheiro, glamour e fama, pessoas que colocam seu caráter e personalidade a modo de julgamentos por terceiros, desconhecidos, tornando-se alvos de chacotas.

Cátia Cabral.

IMAGEM SÉC. XXI


Esta imagem é resultado dos conflitos de traficantes da Zona Norte do Rio de Janeiro, em outubro de 2009. O corpo foi encontrado em Vila Isabel, perto de um dos acessos ao Morro dos Macacos. Bandidos soltaram o carrinho ladeira abaixo que só parou ao se chocar com um carro estacionado. A vítima tinha marcas de tortura e nove tiros de pistola pelo corpo.

Flávia Ribeiro

sábado, 27 de março de 2010

O mundo em nossas mãos


A cada ano que passa o mundo tende a explodir com tantas
informações e todos nós precisamos delas cada vez mais
rápido, de forma portátil que pode ser levado a qualquer
lugar e acessado a qualquer hora, não somente para falar,
ver agenda, calendário ou alarme, que seja tirado do bolso
e acessado em nossas mãos, informações essas como notícias,
e-mails, internet, rádio, TV e muitos outros. No entanto,
esses meios antes eram de difícil acesso, porém, hoje temos
todas essas tecnologias e podemos dizer que temos
“o mundo em nossas mãos”, através de um simples e completo
aparelho de celular.

O Sociólogo canadense Mc Luhan, traz o conceito que o processo tecnológico estava reduzindo o planeta, através da revolução tecnológica interligada com as estreitas relações econômicas, políticas e sociais, fruto da evolução das Tecnologias da Informação e da Comunicação.
Em 1973 a motorola apresentou o primeiro aparelho celular, era o aparelho DynaTAC e foi comercializado em 1983, ou seja, dez anos após o primeiro teste realizado, os aparelhos não eram portáteis, pesava em média 1kg apelidados de “tijolo”, 30 centímetros de altura, eram vendidos em média US$ 3. 299.
Já nos anos 90 os fabricantes passaram a lançar aparelhos mais leves com 3 novas tecnologias de transmissão de sinal, sendo elas: TDMA, CDMA e GSM, os novos aparelhos tinham toques monofônicos e polifônicos, muitas pessoas até pagavam para baixas toques preferidos que eram disponibilizados pelas operadoras a seus clientes por meio da tecnologia, o SMS.

Destacamos que as novas mídias por muitas vezes, substituem outras, como, por exemplo, o antigo BIP/PAGER, onde havia uma central de atendimento que recebia ligações e o atendente recebia as instruções da mensagem a ser transmitida para o pager, com a chegada do SMS, essas centrais e os pager’s foram extintos, pois os próprios aparelhos celulares já realizavam esse serviço, bastando a utilização das teclas do aparelho, sem precisar das “centrais de atendimento” para tal operação.

As cores e as imagens começaram a tomar formas a cada novo lançamento de aparelho, o primeiro celular com quatro mil cores, depois vieram outros aparelhos com displays de incríveis 64 mil cores e logo apareceram os visores com até 256 mil cores, hoje temos aparelhos que possuem 16 milhões de cores com recursos de alta resolução. Através do avanço das cores, as imagens (fotos e vídeos) puderam ser enviadas através do MMS. E ainda, por meio do celular também é possível ouvir rádio na frequência FM.

A esperada internet começou a ser acessada no celular diferente da internet acessada de um computador. As próprias operadoras criaram seus próprios portais, com poucos detalhes, chamada página WAP. Hoje as novas gerações de celular apresentam o aumento na velocidade com a conecção 2 e 3G, esperamos a conecção 4G que trará a internet móvel a mesma acessibilidade da internet utilizada nos computadores comuns.

Os celulares passaram a ser câmera fotográfica com possibilidade de gravação de vídeos com boa qualidade e até com resolução em Alta definição, hoje vemos em telejornais ou no You Tube, vídeos gravados por celulares, principalmente flagrantes. Hoje os aparelhos celulares possuem as mesmas características de uma máquina fotográfica digital, conseguindo detectar sorrisos e celulares com qualidade de até 8 MP (megapixels).

Os celulares hoje também dispensam o MP4 e o IPOD, com a tecnologia MP3 é possível armazenas centenas de músicas no aparelho celular e, destaco ainda, a utilização de sua música preferida como toque.

Não é mais necessário sentar na sala para assistir televisão, os celulares também sintonizam os canais abertos da TV através do HDTV, sinal de qualidade e alta definição.

Enfim, impossível falar da aldeia global, sobre a teoria de Mc Luham e não falar do celular e suas modernidades e atualizações de tecnologia, hoje para o meio jornalístico o celular é o principal instrumento de trabalho, pois todas as mídias, todos os materiais de trabalho estão sobre nossas mãos.

Luiz Carlos Soares RA 1890395

quinta-feira, 25 de março de 2010

Inteligência Coletiva



Para Pierre Levy, Filósofo Canadense, inteligência coletiva é poder compartilhar informações e culturas através dos veículos de informação e adaptar isto para nossa vida ou entrelaça-la adquirindo conhecimento e passando a diante.

Trabalhar em um ambiente no qual você pode ter comunicação e troca de ideias sem estar presente fisicamente é possível; Com a chegada da internet na década de 90 mais utilizada por estudiosos e pouco conhecida entre a massa, ela conseguiu com o passar do tempo substituir as cartas manuscritas por e-mails e msn, também muito utilizados em empresas corporativas, Universidades,Tvs, Rádios e meios de comunicação em geral.

A internet hoje se tornou um hábito muito comum no dia-a-dia de muitas pessoas proporcionando uma comunicação coletiva onde mais de um emissor e receptor podem trocar informações e conhecimentos numa velocidade comparada a da luz.

Com essa revolução grandes empresas acreditaram na evolução de sua imagem, apostando na interatividade de seus funcionários, criando programas como a intranet (meio de comunicação interna) para interagi-los e mantê-los informados melhorando o rendimento de seus trabalhos e as relações pessoais.

Contudo, a internet foi ainda mais longe, com os sites de relacionamento como Orkut, Facebook, Blogger e Twitter as empresas viram a oportunidade de fazer um marketing pessoal para seu público levando seu objetivo de uma forma direta, ou seja, fazendo sua comunicação ficar ainda mais coletiva e menos individual, proporcionando opiniões e sugestões, contribuindo para a sociedade a troca de cultura .

As mídias (Tvs, Rádios jornais impressos) também deram espaço para a massa partilhar, dar suas opiniões e expor seus pontos de vista provando que a interatividade gera a competitividade logo o treinamento do pensamento e a troca de informação geram uma Inteligência Coletiva.

Segundo Pierre, Vivemos em um mundo que somos bombardeados por informações o tempo todo, e ao mesmo tempo que isso é bom, e ruim, chegando a ser um quase paradoxo, vemos que não, por mais que pareça, pois é através dela que construimos nosso dia-a-dia, investir no nas escolas, e fazendo as crianças pensarem, faremos relativamente uma circulo de inteligência coletiva, onde informações e culturas trocadas serão aproveitadas, contribuindo para uma formação melhor, não só de pessoas, mas de cidadão, que aprendem com as diferenças, e experiências dos outros.

Falando tecnicamente, passamos a maior parte do tempo nesse transi, e não nos damos conta, o emissor aquele que emite a mensagem, estando em um ciclo de amigos, ou em uma reunião de negócios, ou em um bate-papo na internet, tem na mais veracidade a troca de mensagem levada até o receptor, que ao mesmo tempo torna-se o emissor, e um outro num ciclo ou em uma reunião, pode se tornar o mediador dessa comunicação ao expressar-se de maneira a passar seus valores, ideias, opinião, ou algo que possa contribuir para aquele diálogo.

Concluindo, em um meio onde há o emissor, mensagem, receptor e até um mediador, à uma troca de informação, aprimoramento, que você pode adquirir para a sua vida passando a exerce-la ou simplesmente passa-lá a diante. Viver num ciclo de Inteligência Coletiva é isso, a troca de informação compartilhada entre o emissor (que poder ser o receptor) a mensagem ( e o Receptor que ao mesmo tempo pode ser o Emissor).

Pensar, copartilhar, nos matermos informados, faz parte da nossa rotina e para acompanha -lá com tanta precisão é preciso que estejamos sempre interados com os meios para assim conseguirmos seguir a velocidade com que o mundo se desenvolve.

Cátia S.O.Cabral da Silva - RA: 1890361

terça-feira, 23 de março de 2010

A tecnologia e a arte.

Com a popularização da internet, quase todas as coisas que conhecemos migraram para o digital, e a arte não foi uma exceção.
Se os meios de comunicação são extensões de todos os nossos sentidos, a internet pode ser considerada também uma extensão de nosso intelecto.
Com ela, podemos conhecer todo o acervo do museu do Louvre, do MASP e de tantos outros museus, assim como pesquisar sobre a história da arte e desses locais e alcançar uma proximidade com coisas que, há poucos anos atrás, pareciam inacessíveis para aqueles que não possuem condições de visitar tais locais (devido a distancia, falta de tempo ou uma renda insuficiente para tal).
A internet também oferece acesso à música, literatura e facilita o conhecimento de diferentes culturas.
Se por um lado isto é bom, por outro cria-se uma discussão se o uso da tecnologia tanto para o acesso a acervos como para a produção de arte, limita o imaginário do artista e o conduz a uma tarefa “robotizada”, assim como inibe as pessoas a experimentarem outros sentidos, não só o olhar.
No texto a Maquina e o Imaginário, questiona-se sobre o aproveitamento que fazemos deste acesso e coloca o leitor a ponderar se existe uma submissão aos recursos digitais, tanto por parte do artista como do observador e se deixamos de captar elementos importantes que não podem ser adquiridos somente com o contato pelo mundo virtual.
Com isto, a única coisa que permanece certa, é que a arte tem se integrado cada vez mais com as tecnologias digitais, e que estas, como já falou McLuhan, vão recriar o seu criador, tal como suas formas de expressão.

Por: Katherin Avancini
R.A. 1906216