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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ficção? Não! É realidade

As ferramentas tecnológicas que entraram em nossas vidas tornaram-se presentes no dia a dia. A velocidade como isso aconteceu e acontece é impressionante. Tais ferramentas já não são somente contos de ficção. O fato de localizar alguém através de um número em qualquer lugar do mundo, conhecer e relacionar-se com milhões de pessoas de todos os extremos do planeta são parte da rotina de milhares de pessoas e transformam a sociedade e as gerações que nela nascem e se desenvolvem.

O celular e a internet tornaram-se imprescindíveis para a maioria das pessoas, causando, inclusive, casos de dependência. Segundo os conceitos de McLuhan, nos transformamos em dependentes da nossa própria criação, já perdemos o controle, o domínio, e nos tornamos escravos dessas extensões.

Nesse mundo de tecnologia e gigantesca rede de informações imediatas, a cada momento surgem maneiras para utilizar, da forma mais conveniente possível e nos mais diversos âmbitos, tais recursos - para cada grupo ou individualmente -, como na política, por exemplo. Vale lembrar que nos Estados Unidos o voto não é obrigatório, e os políticos não contam com horário eleitoral na televisão, como no Brasil, portanto vence quem convence e nesse momento vale tudo, como enviar mensagens pela internet e inclusive pelo celular dos eleitores para atraí-lo.

Na arte, especificamente musical, os grandes favorecidos somos nós, público consumidor, que, como descreve Nick Hornby, um dos principais nomes da ficção inglesa contemporânea, em uma entrevista à revista Veja, reflete a realidade de muitos, comenta que uma sobrinha pediu indicações de músicas, em 10 minutos já havia carregado perto de 200 álbuns no iPod dela, e uma quantidade como essa seria um sonho inalcançável quanto ele tinha 15 ou 16 anos.

Para alguns, Pós Modernidade, para outros, Era Digital, independente da classificação, está claro que todos os recursos tecnológicos, principalmente na área da comunicação, romperam as barreiras do tempo e espaço, nos cabe filtrar e resgatar o que realmente interessa nessa rede coletiva de informação que ultrapassa as fronteiras e aproxima os extremos.

Cecília Aranda
RA 1940767

quinta-feira, 18 de março de 2010

Imagem do século XXI - Segundo Leonardo Araujo



Barack Obama e seu discurso da vitória - Novembro de 2008

Uma imagem que representa a nossa "terra em transe", em constante transe. Quando um candidato negro poderia ser eleito presidende da maior potência mundial se não no século XXI? Obama representa também a sociedade fragmenta em que vivemos. Uma multiplicidade étnica que nos é comum. Obama é também um representante da tecnologia, já que usou e abusou da internet para se tornar conhecido mundialmente. Obama também representa a maturidade que o pensamento humano adquiriu ao promover a retirada das tropas americanas do Iraque, desarmamento nuclear (lembrando que ele é presidente do país responsável por dizimar Hiroshima e Nagasaki), desenvolvimento sustentável e promover a aproximação com países mulçumanos, entre outros fatos. Obama é, também, uma prova viva do poder da democracia. Enfim, Obama representa um mundo mais humano, sem esquecer do capitalismo, ok?